sexta-feira, 30 de abril de 2010

Momentos utópicos



Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Divã

Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.


A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.

Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O jeito!

O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade!

O que é que faz a gente se apaixonar por alguém? Mistério misterioso.

Não é só porque ele é esportista, não é só porque ela é linda, pois há esportistas sem cérebro e lindas idem, e você, que tem um, não vai querer saber de descerebrados.

Mas também não basta ser inteligente, por mais que a inteligência esteja bem cotada no mercado. Tem que ser inteligente e... algo mais.

O que é este algo mais?

Mistério decifrado: é o jeito.

A gente se apaixona pelo jeito da pessoa. Não é porque ela cita Camões, não é porque ela tem olhos azuis: é o jeito dela de dizer versos em voz alta como se ela mesmo os tivesse escrito pra nós; é o jeito dela de piscar demorado seus lindos olhos castanhos, como se estivesse em câmera lenta.

O jeito de caminhar. O jeito de usar blusinha pela calça. O jeito de passar a mão no cabelo. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.

Me apaixonei pela primeira vez, porque ela tinha um jeito de estar nas festas parecendo que não estava, era como se só eu a enxergasse.


Ok, pode rir.

Ela era sofisticada, e por isso mesmo eu vibrava quando baixava nela uma caminhoneira. A segunda vez, era porquê ela tinha um jeito de olhar que parecia que despia a gente: não as roupas da gente, mas a alma da gente. Logo vi que eu jamais conseguiria esconder algum segredo dela, era como se ela me conhecesse antes mesmo de eu nascer.

E teve aqueles que não viraram namorados também por causa do jeito: do jeito vulgar de falar, do jeito de rir que é sempre alto demais e por coisas totalmente sem graça! Do jeito rude de tratar os garçons, do jeito patricinha de se vestir: nunca um desleixo, sempre engomada e perfumada, até na beira da praia. Nenhum defeito nisso. Pode até ser que eu tenha perdido as pessoas mais sensacionais do universo.

Mas a mulher mais fantástica do planeta nunca irá conquistar você, a não ser que tenha um jeito de ser que você não consiga explicar. Porque esses jeitos que nos encantam não se explicam mesmo.

Um dia descobrimos que apaixonar-se é inevitáveL... Um dia percebemos que as melhores prova de amor são as mais simples...

Apaixonar-se: Uma arte!

As pessoas costumam escrever sobre a arte de se apaixonar, mas esquecem que a maior arte, ou desastre é o não se apaixonar.
Na maioria das vezes não nos apaixonamos pela pessoa certa, que deixa de ser a pessoa certa, devido à arte do não se apaixonar. Abre-se então um espaço para a arte do se apaixonar erradamente pela pessoa errada e que por sua vez, vira a pessoa certa. Uma arte triste pegar sentimentos nobres de alguém e “jogar no lixo” porque simplesmente e inexplicavelmente “não bateu” e oferecer os seus sentimentos mais nobres para o errado, porque simplesmente e inexplicavelmente “bateu”.
Como não ter vontade de bater com a cabeça na parede ao se deparar fazendo escolhas todos os dias desde a hora que se acorda e não ter o poder de escolher por quem se apaixonar, pelo simples fato que em matéria do coração a gente não escolhe. De onde surge esse sentimento inexplicável, intangível, imensurável e devastador? Qual é a fonte explicável da paixão? Maturidade, imaturidade? Para que rio nossos sentimentos correm e que jogo ele joga, ou a gente joga? A nosso favor ou contra? Às vezes me pego a pensar de onde vêm minhas erradas escolhas certas e minhas certas escolhas erradas? Só sei que a dor do não se apaixonar é inversamente proporcional a dor do amor não correspondido, o lado de duas moedas que sempre me encontro.
Desencontros contínuos de um coração apaixonado, dono da arte do não se apaixonar a espera do Cupido e sua flecha certeira rumo à última e verdadeira paixão, transformando a arte de não se apaixonar em amor.

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My savior, my god - Aaron Shust

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Don't say goodbye!²

Prova, trabalho, virada cultural, núcleo, resenhas e afins.

Ficarei afastada do blog, por algum tempo. E talvez sejá até melhor.

=**

See ya!

Bleedin' love

I miss you, miss you...It's so bad
I don't forget you...
Oh it's so sad
[...]
The day, you slipped away...
Was the day I found it won't be the same ♫

Os olhos mentem dia e noite, a dor da gente
O fim é belo, incerto. Depende de como você vê
O medo de sofrer é pior que o proprio sofrimento.

É mais fácil viver sozinha do que temer o dia que vai terminar!

It's my daily breath

I'll take my heart back, leave your pictures on the floor
Still back my memories...I can't take it anymore

I've cry my eyes out...

Now, I'm free...
Free fallin', fallin'


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Theme from dying young - Kenny G.

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